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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
No primeiro ano, Dilma teve base menos fiel que Lula e FHC
Artigo retirado do site: WWW.FOLHA.COM.BR
A base de sustentação da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados foi menos fiel ao governo em seu primeiro ano de mandato do que a de seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, informa reportagem de Paulo Gama, publicada na Folha deste sábado (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
A taxa de disciplina dos deputados dos sete partidos que têm ministérios no governo Dilma atingiu 87%. Em 2003, primeiro ano do governo Lula, esse índice chegou a 92%. Em 1995, na estreia de FHC, a taxa foi de 88%.
Dilma chegou ao final de 2011 enfrentando oposição de apenas 4 das 23 legendas com representantes na Câmara.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Salário mínimo será de R$ 622 em janeiro
Blog tudo em um também é noticiário, a noticia de hoje é que o salario mínimo vai ser aumentado. Uma ótima noticia. Porem... no meu ponto de vista, eles vão aumentar não so o salario mas também os preços das coisas, trazendo uma falsa sensação de ganhar mais dinheiro. Bom, não sei. É isso que eu acho enfim. Leia o artigo retirado do site FOLHA
A presidente Dilma Rousseff assinou nesta sexta-feira (23) o decreto que prevê salário mínimo de R$ 622 a partir de janeiro de 2012. A decisão deve ser publicada no "Diário Oficial da União" no início da próxima semana.
Desde o segundo mandato do presidente Lula, os reajustes anuais do mínimo têm seguido uma fórmula que combina o INPC acumulado desde o aumento anterior e o crescimento da economia do ano retrasado.
Pela legislação em vigor, o arredondamento dos valores deve ser sempre para cima. Por conta disso, havia a expectativa de que o valor pudesse ser de R$ 625.
De acordo com lei publicada no início do ano, que também estabeleceu o piso salarial brasileiro em R$ 545, essa metodologia será seguida pelo menos até 2015.
CONSTITUCIONAL
Em novembro, o Supremo Tribunal Federal decidiu, por 8 votos a 2, que a definição do valor do salário mínimo por decreto é constitucional. Partidos da oposição questionaram na corte a constitucionalidade do ato.
A maioria dos ministros, no entanto, entendeu que apesar de a Constituição Federal afirmar que o valor do mínimo seja estabelecido por lei, a previsão de reajustar o benefício por decreto não dará à Presidência liberdade para determinar o novo valor.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Bolsa-estupro? Idiotice não tem limite!
Religião = ditadura?
A mulher não deve escolher oque fazer com o seu corpo ? Cade o direito da mulher fazer oque quiser com seu corpo?

Anonymous Brasil denuncia o Criança Esperança da Rede Globo
domingo, 4 de dezembro de 2011
E se o Campeonato Brasileiro fosse igual à educação brasileira?
Artigo retirado do site: http://www.pliber.org.br/
Pensemos na seguinte situação, a presidenta Dilma baixa um decreto que diz que a partir de hoje, o Campeonato Brasileiro será gerido igual ao funcionalismo público.
Pensemos na seguinte situação, a presidenta Dilma baixa um decreto que diz que a partir de hoje, o Campeonato Brasileiro será gerido igual ao funcionalismo público.
O que isso significa? Todo jogador ou membro da comissão técnica do Brasileirão terá uma remuneração definida apenas pela sua posição no campo e por quanto tempo joga no campeonato brasileiro, independente do talento ou contribuição para o time, Neymar e Marrentinho Carioca terão o mesmo salário.
Se o jogador/técnicoestá há mais de 3 anos jogando no campeonato,ele nunca poderá ser demitido pelo presidente do time. O jogador somente sairá quando ele próprio decidir que deve se aposentar, e caso se aposente, ele terá seu salário reduzido.
O que será que teremos caso deixemos o futebol brasileiro com essa regra por 20 anos?
Uma brutal queda no nível do futebol brasileiro, que nunca mais ganhará um título no futebol internacional porque estarão todos fora de forma e completamente desmotivados a jogar e treinar.
E se um torcedor dissesse que esse sistema é um absurdo, que cada jogador deve ter uma remuneração diferenciada, que eles devem poder ser multados e até dispensados, caso não atinjam suas metas e cometam transgressões?
O sindicato dos jogadores diria que essa proposta é a mercantilização do futebol e acusaria quem propôs tal reforma de ser um capitalista selvagem. Afirmaria que todos os jogadores e membros da comissão se esforçam ao máximo sempre, porque todos jogam pelo amor ao futebol, e que o motivo do baixo nível do campeonato brasileiro é que temos poucos gastos em novos centros de treinamento, novos estádios e o salário dos jogadores está baixo.
Conforme podemos ver, mesmo tendo os melhores talentos do mundo, os incentivos errados podem destruir todo um sistema seja ele futibolistico ou educacional. Isso é o que acontece com a educação brasileira atualmente.O que temos é um cenário aonde não há concorrência, não há incentivos para buscar um resultado superior.
Conheçamos agora o caso de sucesso da Nova Zelândia.Lá o sistema público de ensino básico era considerado por eles como mal sucedido, uma representativa parte dos alunos dessas escolas, principalmente aquelas emáreas mais pobres não conseguiam atingir um desempenho satisfatório. Durante os últimos 20 anos a Nova Zelândia colocou mais e mais dinheiro na educação, mas os resultados dos testes apenas ficaram pior do que eram há 20 anos.
Depois de contratar uma consultoria internacional, foi identificado que 70% dos recursos da educação, eram gastos com questões administrativas, e não com a educação em si.
No Brasil o que temos é algo semelhante.Não temos qual a proporção de gastos administrativos, mas sabemos que no ensino público temos 4 milhões defuncionários, e apenas 1,6 milhões de professores, ou seja, para cada professor temos 3 funcionários administrativos. Nos países desenvolvidos temos 1 funcionário para cada 2 professores.
Voltando para a Nova Zelândia, após ver que 70% dos gastos com educação eram administrativos, o governo decidiu demitir TODOS os funcionários do Ministério da Educação(MEC). A partir de então, cada escola seria gerida por um conselho eleito pelos pais dos alunos da escola.
O mais importante também foi feito, o financiamento da educação também mudou. O governo decidiu pagar a cada escola um valor fixo por aluno matriculado, o chamado sistema de vouchers. Junto a isso, tal financiamento foi estendido também a iniciativa privada, que também receberiam um valor fixo por aluno, exatamente da mesma forma que a escola privada.
Também foi explicado aos pais que eles tinham total liberdade para mudar seus filhos de escola, caso não estivessem contentes com o desempenho da escola. Assim caso uma escola não realize um bom trabalho, os pais mudariam seus filhos daquela escola, que por sua vez por perder a sua verba, e iria ter que demitir ou reduzir salários dos professores.
Lá o Professor não tem a estabilidade que temos aqui. Ele pode ser demitido normalmente caso o Gestor Eleito da escola decida que ele deve ser.
O sistema público da Nova Zelândia não tinha um abismo de desempenho tão grande para o sistema privado como há no Brasil, lá essa diferença era de apenas 15%. Mas mesmo assim o que tivemos foi essa diferença desaparecendo em apenas 18 a 24 meses.
Porque isso aconteceu? Porque foram dados os incentivos corretos. Todos os professores das Escolas Públicas perceberam que caso os seus alunos não tivessem um bom desempenho, os pais mudariam os alunos de escola, com isso a escola perderia sua verba, e sem verba, os professores perderiam seus empregos.
Assim todas as escolas passaram a estar num ambiente de competição, inclusive com o setor privado.
Essa competição é o que explica porque as escolas privadas tem um resultado bem melhor que as públicas. Uma escola particular sempre está inserida em um ambiente competitivo. Se uma Escola particular não der bons resultados, ela simplesmente vai a falência. O que é preciso fazer é criar esse meio ambiente nas escolas públicas.
Sistemas baseados em Vouchers foram implantados também na Suécia, Holanda e no Chile, todos com sucesso.
Mas porque não é feito algo parecido no Brasil? Bom, é uma questão de grupos de interesse. Lembra-se do Sindicato dos Jogadores de Futebol do início do artigo? Os profissionais da educação são um grupo demais de 4 milhões de funcionários/eleitores, a quarta maior categoria profissional do Brasil, atrás apenas dos agricultores, vendedores e domésticas.Ao contrário destas três, ele é extremamente sindicalizada e organizada. Que político teria coragem de propor algum tipo de reforma que vá contra os interesses de uma classe tão numerosa?
Vamos agora a alguns dados reais do Brasil.
Vamos agora a alguns dados reais do Brasil.
Cada aluno nas séries iniciais do ensino fundamental (1° ao 6° ano) custou R$ 2.761 por estudante ao ano aos cofres do governo em 2008.
O Jornal O Estado CE, realizou pesquisa sobre o custo das mensalidades nos colégios fortalezenses, fez a pesquisa com sete dos maiores colégios particulares de Fortaleza, que arrisco a dizer que esses colégios conquistam 90% das vagas nas melhores universidades da cidade.
No caso do primeiro ano do ensino fundamental, foi encontrada uma mensalidade de R$ 409,00 no Colégio 7 de Setembro, que por coincidência foi justamente o colégio que estudei em praticamente toda a minha vida escolar.
As mensalidades escolares tiveram um reajuste médio em 2010 de 10% e de 7% em 2009. Assim, essa mensalidade de R$ 409,00 seria, em 2008, de R$ 342,33.
Segundo a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP) mais de 40% da composição das mensalidades escolares correspondem a tributos. Já a Sieesp, sindicato que reúne escolas particulares no Estado de São Paulo, fala em valores até 46%. Não temos como conferir esses dados com uma fonte independente, mas considerando que a carga tributária do país é de 34% do PIB, não me surpreende se o número for realmente algo próximo a 40%.
Ou seja, dos R$342,33 cobrados pela escola, R$136,93 vão para o governo, e o custo da mensalidade sem a mordida do governo, é R$205,40.
Aqui também não incluímos os custos advindos da inadimplência dos país, custo que não existiria se houvesse um financiamento governamental.
Desse modo, o custo por ano do aluno numa escola do mais Alto Nível em Fortaleza, seria de R$ 2.464,80! O governo gasta R$ 2.761,00 para oferecer a sua precaríssima educação.
Podemos ver que não é por falta de dinheiro que a educação pública é tão ruim. O que falta é competição.
Esse problema não é um privilégio brasileiro, veja o caso dos Estados Unidos. Essa linha azul mostra a variação no gasto em educação desde 1970 até hoje, ajustado pela inflação. O gasto com a educação triplicou em 30 anos, com os resultados escolares permanecendo estagnados.

No último estudo da OCDE sobre a educação nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, os Estados Unidos teve resultado igual a média dos países desenvolvidos em matemática e Ciência, e um pouco acima da média em leitura.
Já a Nova Zelândia ocupa uma das melhores posições nesse Ranking.
domingo, 27 de novembro de 2011
Uruguai quer liberar plantio de maconha para consumo pessoal
O Uruguai estuda liberar o plantio da maconha para consumo pessoal para por fim a uma contradição no país, onde não é crime consumir, mas sim comprar e vender drogas (no Brasil, consumo, comercialização e cultivo são crimes). O assunto é debatido no Congresso, onde tramitam projetos da oposição e do governo, e ganhou força este ano, após a prisão da ativista Alicia Castilla, 67 anos, detida por cultivar 29 plantas de maconha em casa. Segundo dados do governo, cerca de 12% da população uruguaia consome ou já consumiu a droga. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
"A questão é proporcionar ao usuário acesso legal á maconha, permitindo também sufocar o narcotráfico. Nossa legislação é cheia de falhas", diz o deputado Sebástian Sabini, coautor do projeto da Frente Ampla, coalização do governo de José Mujica. O texto prevê legalizar até oito plantas por casa e limitar em 25 g a quantidade de maconha que o cidadão pode portar. O segundo projeto não limita o cultivo, mas endurece as penas para o tráfico de drogas. Até agora, poucas vozes são contrárias ao projeto, como a organização Amor Exigente, que atua com familiares de dependentes, e afirma que a proposta facilita o consumo de drogas.
Fonte: Terra
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Metade das vagas no ensino superior do país sobrou em 2010

No ano passado, quase metade (49%) das vagas de ingresso para novos alunos oferecidas pelas universidades, centros universitários e faculdades do país não foi preenchida.
Segundo dados do Censo da Educação Superior de 2010, divulgado nesta semana pelo MEC (Ministério da Educação), as 2.377 instituições de ensino superior disponibilizaram 3.120.192 vagas em seus processos seletivos, mas o número de ingressos registrados foi de 1.590.212.
De 1,5 milhão de oportunidades de acesso não preenchidas em 2010, a maioria era de estabelecimentos particulares. Ainda assim, sobraram 36 mil vagas em instituições públicas, especialmente nas municipais. O secretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, reconhece que é preciso melhorar o aproveitamento das vagas das instituições que não são federais.
"As instituições municipais passam por algumas dificuldades. Estamos elaborando um programa para que a gente possa apoiar as instituições públicas que não são federais e passam por dificuldades de financiamento ou infraestrutura. Com esses problemas, às vezes elas têm dificuldades para atrair o estudante", explica Costa.
Sobre a ociosidade das vagas do sistema de ensino como um todo, ele avalia que é positivo que haja um grande número de vagas disponíveis. "É bom que o Brasil tenha um grande número de vagas porque ele está preparado para a expansão", defende.
Para a Abmes (Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior), representante do setor privado, a explicação para a grande quantidade de vagas sobrando é que parte das instituições solicita ao MEC autorização para um número maior de vagas do que pretende de fato preencher.
Isso ocorre especialmente no caso das faculdades que não têm autonomia para abrir novas vagas e inflam esse número para não ter que solicitar outra autorização ao ministério caso queiram ampliar a oferta.
"Isso é normal. Não é um fato negativo, nem diferenciado. Temos que aprofundar essa análise para saber em que cursos e onde isso está acontecendo. A oferta não é preenchida porque o aluno não aceita essas vagas por diferentes razões", avalia Gabriel Rodrigues, presidente da entidade. Na avaliação dele, é preciso que o sistema de ensino superior adeque a oferta às necessidades de mão de obra do país e às demandas dos estudantes.
"Essa é uma abordagem diferente dos anos anteriores. A realidade está mostrando que esse planejamento [do atendimento] precisa ser feito com mais critério, a oferta não pode ser espontânea se não atender às necessidades reais das diversas regiões", disse.
Em termos absolutos, é na região Sudeste que sobram mais vagas de ingresso: 886 mil, de 1,6 milhão disponíveis, a maior oferta do país. Mas é no Centro-Oeste que há a maior proporção de vagas não preenchidas, 53%. Já as instituições do Norte têm melhor aproveitamento: 63% das vagas foram ocupadas em 2010.
Entre as diferentes áreas de formação, o percentual de vagas ociosas varia de 30%, nos cursos ligados às atividades de agricultura e veterinária, a 60% nos de serviços, que incluem graduações como hotelaria, turismo e gastronomia.
Além da falta de interesse dos estudantes por determinado área de formação ou instituição, muitas vezes o que os afasta dos bancos universitários é o custo elevado das mensalidades.
Programas do MEC como o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e o Prouni (Programa Universidade para Todos), que dão oportunidade aos alunos de baixa renda para estudar em instituições privadas, poderiam melhorar essa ocupação das vagas, que ainda são subutilizados pelo público-alvo.
"Acho que temos um potencial muito maior [de atendimento] no Fies, isso é verdade. Estamos trabalhando muito para que ele possa ser cada vez mais utilizado pelos estudantes e pelas instituições. Com o Prouni e o Fies, temos certeza que vamos conseguir que todo aluno que queira estudar numa instituição privada tenha condições de fazer isso", diz Luiz Cláudio Costa.
fonte: www.folha.com.br
PT lança pré-candidatura de Haddad à Prefeitura de São Paulo
O PT enterrou nesta sexta-feira (11) as prévias e lançou o ministro da Educação, Fernando Haddad, como o candidato do partido à Prefeitura de São Paulo em 2012.
"Nós já temos um candidato a prefeito, o companheiro e ministro Fernando Haddad", disse o presidente da legenda, Rui Falcão.
A decisão é uma vitória pessoal do ex-presidente Lula. Ele derrotou políticos tradicionais para impor o aliado, inexperiente em eleições, sem uma consulta aos filiados.
Ontem, os deputados Jilmar Tatto e Carlos Zarattini, que ainda mantinham suas pré-candidaturas, aceitaram desistir em favor de Haddad.
Segundo petistas, eles serão recompensados: Tatto deve ser o líder do PT na Câmara em 2013, e Zarattini deve ser indicado relator do Orçamento no ano que vem.
| Diego Padgurschi/Folhapress | ||
| PT lança candidatura de Haddad à Prefeitura de São Paulo |
À noite, em encontro fechado com aliados de Tatto, Haddad agradeceu a escolha e pediu ajuda à militância. "Conto com vocês e sei que dependo de vocês para ganhar a eleição e governar."
Ele atribuiu sua indicação ao padrinho, a quem jurou fidelidade. "Tenho de política um professor só. Minha escola de política foi Lula."
O ministro repetiu o discurso do ex-presidente pela renovação no PT. "Se não renova, daqui a pouco a gente está de cabelo branco e não tem ninguém para pôr no lugar."
Na semana passada, desistiram os senadores Eduardo e Marta Suplicy. Ela liderava as pesquisas com até 31% das intenções de voto, de acordo com o Datafolha.
Sobre a saída da ex-prefeita, sob forte pressão de Lula e da presidente Dilma Rousseff, Haddad disse: "Doeu em mim quando a Marta desistiu. Não porque eu não desejasse vencer, mas porque é uma perda para todos nós."
Tatto encerrou a reunião com elogios. "Quero desejar boa sorte ao Haddad. Tenho certeza que ele será um grande prefeito de São Paulo."
A Folha acompanhou os discursos do lado de fora do auditório, num subsolo da Câmara Municipal. Na saída, ao perceber que foi ouvido, Haddad aceitou falar pela primeira vez como candidato.
"É uma responsabilidade muito grande. Agora é institucionalizar a campanha no PT", disse à reportagem.
Ele afirmou que agora começará a buscar apoio dos partidos aliados ao governo federal, incluindo o PMDB.
Com o pacto, o PT aborta a realização das prévias em SP. O instrumento está no estatuto do partido e visa a democratizar a escolha de candidatos a cargos majoritários.
Fonte: Folha
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Proteste na 3ª Marcha contra Corrupção (15/11/2011) e Justiça é só uma prostituta do crime

Fala pessoal do tudo em um trazendo 2 vídeos recentes do Daniel Fraga, acompanhe!!
Proteste na 3ª Marcha contra Corrupção (15/11/2011)
e
Justiça é só uma prostituta do crime
domingo, 6 de novembro de 2011
Detalhista na gestão, Dilma é criticada por atrasar programas
fonte: www.folha.com.br
fala pessoal do tudo em um, o povo ignorante não sabe escolher, ta ai a nossa querida presidenta.
Ministros do governo têm reclamado de um estilo "centralizador" de Dilma Rousseff e atribuem à presidente o atraso em decisões importantes neste final do primeiro ano de mandato, informa reportagem de Natuza Nery, publicada na Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Na lista de projetos acumulados, há uma série de ações consideradas cruciais ao crescimento econômico.
As queixas vão desde lançamentos frequentemente postergados a planos já prontos que voltam às pastas de origem para reformulações.
No governo de uma presidente notabilizada por ser uma "gerente", interlocutores afirmam que a obsessão em descer "ao detalhe do detalhe" acaba por lotar as gavetas de sua escrivaninha.
Leia mais na edição da Folha deste domingo, que já está nas bancas.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Livro revela envolvimento de Dilma no maior assalto da ditadura
Ficha criminal de Dilma, aos 22 anos de idade, após ser capturada pelos órgãos de repressão da ditadura
Foto: Reprodução/Terra
Foto: Reprodução/Terra
- DANIEL FAVERO
Diferentemente do que se imagina, Dilma Rousseff não participou do maior roubo praticado por organizações de esquerda para financiar a luta armada contra a ditadura no Brasil na década de 60. Sua atuação se deu na partilha e na troca dos US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 25 milhões em valores atuais) levados do cofre da amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros, um político populista definido como uma mistura de Paulo Maluf e Silvio Berlusconi, que recebeu de seus inimigos políticos a expressão "rouba, mas faz", da qual tinha até certo orgulho.
Todas essas revelações estão no livro O Cofre do Dr. Rui, lançado neste mês pela editora Civilização Brasileira, escrito pelo jornalista Tom Cardoso. A obra elucida como ocorreu o planejamento e o roubo do cofre. Por meio do depoimento do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, que era um dos chefes da organização Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), responsável pela ação, a participação da hoje presidente da República é esclarecida.
O cofre roubado era alimentado com dinheiro desviado por Adhemar de Barros, conhecido pelas grandes obras e acusações de corrupção. "Na época, não havia desvio de dinheiro como hoje para paraísos fiscais, então o dinheiro era guardado em diversos cofres espalhados pelo Brasil", afirma o autor. Após a morte do político, o cofre ficou com sua amante, a socialite viúva Ana Capriglione, a quem ele chamava de Dr. Rui, nome de seu dentista, "para não levantar suspeitas da família e dos jornalistas, apesar de todo mundo saber do que se tratava".
Ana ou Dr. Rui guardou o dinheiro em uma mansão localizada no bairro de Santa Teresa, no rio de Janeiro, onde vivia seu irmão e outra família. Na casa, morava o estudante secundarista esquerdista Gustavo Schiller que ficou sabendo sobre a existência do cofre e passou a informação para integrantes da VAR-Palmares.
"Eles (a organização) acabam conseguindo roubar esse cofre, mas descobrem que tem muito mais dinheiro do que imaginavam, cerca de US$ 2,5 milhões, que hoje equivalem a cerca de R$ 25 milhões", conta Cardoso. "Em depoimento à polícia, Ana disse que não havia nada dentro do cofre, já que o dinheiro era fruto de corrupção. Tudo mundo sabia que não, mas a versão oficial é de que estava vazio".
O valor era tão alto que os guerrilheiros tiveram dificuldade para administrar a fortuna. Cerca de US$ 1 milhão foi enviado para a Argélia, onde a organização tinha contatos, parte foi apreendida pela repressão nas invasões aos aparelhos (esconderijos), parte foi torrada por aproveitadores, parte foi enterrada e nunca encontrada em algum lugar do ABC paulista e cerca de US$ 300 mil foram trocados por Cruzeiros Novos, com participação direta de Dilma.
"No exterior, vários personagens entram na história, entre eles um francês que usaria o dinheiro para abrir uma livraria esquerdista, mas que na verdade fugiu com o dinheiro, tem o Expedito Pereira, que é um cara que se envolve com o Carlos Chacal (terrorista venezuelano), que começa a esbanjar viajando de primeira classe. Era um guerrilheiro que, na verdade, era um playboy", diz Cardoso.
Dilma se passa por gringa
Segundo o autor, o envolvimento de Dilma acabou sendo maior do que o esperado na troca do dinheiro. Ela se disfarçou de gringa para trocar US$ 1 mil em uma casa de câmbio localizada no Hotel Copacabana Palace, uma das poucas existiam na época, e também participou da troca de outros US$ 300 mil negociados com o banco Bradesco. O funcionário do banco propôs trocar todo o dinheiro, mas os guerrilheiros ficaram desconfiados e resolveram trocar uma parte que hoje equivaleria a mais de R$ 1 milhão.
Segundo o autor, o envolvimento de Dilma acabou sendo maior do que o esperado na troca do dinheiro. Ela se disfarçou de gringa para trocar US$ 1 mil em uma casa de câmbio localizada no Hotel Copacabana Palace, uma das poucas existiam na época, e também participou da troca de outros US$ 300 mil negociados com o banco Bradesco. O funcionário do banco propôs trocar todo o dinheiro, mas os guerrilheiros ficaram desconfiados e resolveram trocar uma parte que hoje equivaleria a mais de R$ 1 milhão.
"Naquela época, os grandes bancos não tinham acesso à dólares. A moeda era comprada apenas pelo governo, então era interessante para o Bradesco comprar dólares e era interessante para militantes vender os dólares com um bom preço", diz.
Ao iniciar a investigação para o livro, Cardoso conta que existia muita especulação sobre o destino do dinheiro, mas pouca coisa ficou provada. Quando foi presa em São Paulo, Dilma estava com parte do dinheiro que seria distribuído para a organização naquele Estado. "Existe muita lenda. Quando dizem que ela ficou rica com o dinheiro do cofre, é muita bobagem", afirma.
Cinema
O maior roubo da luta armada contra a ditadura brasileira, e talvez maior até do que ações realizadas por guerrilheiros em outros países latino americanos, pode chegar ao cinema. Segundo Tom Cardoso, os direitos foram vendidos para Rodrigo Teixeira, responsável por filmes como O Cheiro do Ralo, e O Casamento de Romeu e Julieta.
fonte: terra
O maior roubo da luta armada contra a ditadura brasileira, e talvez maior até do que ações realizadas por guerrilheiros em outros países latino americanos, pode chegar ao cinema. Segundo Tom Cardoso, os direitos foram vendidos para Rodrigo Teixeira, responsável por filmes como O Cheiro do Ralo, e O Casamento de Romeu e Julieta.
fonte: terra
Sob pressão de Lula e Dilma, Marta desiste da corrida à prefeitura
Isolada no PT e sob pressão do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, a senadora Marta Suplicy desistiu de disputar a indicação para concorrer à Prefeitura de São Paulo em 2012.
A decisão abre caminho para o partido confirmar a candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad. Ele foi lançado por Lula e tem apoio de Dilma e da cúpula petista.
Marta acertou a saída em conversa reservada com a presidente na base aérea de Congonhas, na segunda-feira, antes de ela visitar Lula no hospital Sírio-Libanês.
O encontro foi divulgado ontem (1º) pela ministra Helena Chagas (Comunicação Social) na chegada da comitiva presidencial a Cannes, na França, para a cúpula do G20.
Segundo o relato dela, Dilma disse que Marta foi "a melhor prefeita que São Paulo teve", mas não deveria se candidatar de novo porque agora sua presença no Senado seria "mais importante".
Ficou combinado que a senadora ficaria responsável por anunciar publicamente a sua resposta. Ela convocou jornalistas para uma entrevista na quinta-feira (3), depois do feriado de Finados.
Em seu jantar de aniversário, na quinta-feira passada, Lula disse a aliados que procuraria a ex-prefeita para uma conversa definitiva. A descoberta de que ele tem câncer na laringe obrigou Dilma a assumir a tarefa.
Aliados de Marta e fontes do Planalto confirmaram à Folha que ela vai se retirar. Ontem à noite, seus apoiadores se reuniriam para decidir se declaram apoio a Haddad logo ou se esperam que ele seja oficializado candidato.
Link da imagem em tamanho original: http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/11305640.gif
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
PRÉVIAS
A direção do PT agora tentará evitar a realização de prévias, marcadas para 27 de novembro. Os outros três pré-candidatos (os deputados Jilmar Tatto e Carlos Zarattini e o senador Eduardo Suplicy) são azarões, mas podem forçar uma eleição interna.
Abandonada por ex-aliados e sem apoio de nenhum dos 11 vereadores petistas em São Paulo, Marta já havia sinalizado que sairia, mas precisava de um discurso para justificar o recuo após desafiar a autoridade de Lula.
No PT, fala-se em "saída honrosa", mas sem prêmio de consolação. Dilma descartou oferecer um ministério à ex-prefeita, dizendo que não misturaria questões de governo com assuntos eleitorais.
Na base aérea, ela se limitou a dizer à aliada que sua permanência no Senado será essencial para ajudar o governo em votações importantes.
O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou que o pedido da presidente tem "muito impacto" e que Marta continuará a ter "papel importante" no Senado. "Ela poderá inclusive participar de campanhas do PT nacionalmente."
Falcão afirmou que Haddad ainda pode ser obrigado a disputar prévias, mas deu como certa a sua vitória no partido. "Tudo indica que ele será o nosso candidato."
Outro dirigente disse que o câncer de Lula não apressou a saída de Marta. Se insistisse nas prévias, ela teria até a próxima segunda-feira para se inscrever. Depois disso, o custo político de uma desistência seria ainda maior.
RAZÃO acima de TUDO
Fala pessoal tudo em um!!
Trazendo mais um vídeo do Daniel Fraga. Nesse vídeo ele comenta que a razão tem que ta acima de Altruísmo ou seja comenta que o Altruísmo não tem nenhum sentido racional portanto a pessoa deve ser movida através da razão e não da emoção.
Acompanhe o vídeo:

terça-feira, 1 de novembro de 2011
Câncer 1 x 0 Lula
Eae pessoal do tudo em um, trazendo um vídeo do Daniel. Nesse vídeo ele responde todas as pessoas com argumentos furados. acompanhe:

sábado, 29 de outubro de 2011
Lula, por que não trata seu câncer no SUS?
Então Lula, você que defende tanto os serviços públicos, pq não vai pra SUS?
Ah!! Já sei! pq ela sabe-se que o tratamento é uma merda.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Justiça dá 72 horas para Inep se manifestar sobre anulação do Enem
A Justiça Federal no Ceará deu 72 horas para o Inep (instituto do governo federal responsável pelo Enem) se manifestar sobre pedido do Ministério Público Federal, que quer a suspensão do exame nacional em todo o país ou a anulação de 13 questões.
Em ação ajuizada na quinta-feira (27), a Procuradoria contesta a decisão do Ministério da Educação, que cancelou somente as provas dos 639 alunos do Colégio Christus, de Fortaleza, que tiveram acesso antecipado a questões do Enem em um simulado.
Para o procurador Oscar Costa Filho, a decisão é arbitrária e não corrige o problema, tratando de forma desigual participantes de um concurso nacional.
O prazo determinado pela Justiça conta de "minuto a minuto" a partir da tarde desta sexta. A resposta, portanto, deve ser enviada até segunda.
O Inep declarou, via assessoria de imprensa, que está preparando a defesa e que vai manter a posição do MEC.
PRÉ-TESTE
O problema veio a público após alunos escreverem em redes sociais, no final de semana, que colégio havia conseguido antecipar questões. Inicialmente, o MEC identificou oito questões iguais.
Nesta quinta, concluiu que o simulado continha 14 questões do Enem. Elas haviam sido aplicadas no pré-teste realizado por duas turmas da escola em outubro de 2010 --os colégios que fazem o pré-teste são escolhidos por sorteio.
Segundo o MEC, todos os cadernos da pré-testagem foram devolvidos, mas o conteúdo pode ter sido copiado eletronicamente. "O material [o simulado] é o conteúdo de dois cadernos, na íntegra. Está absolutamente comprovado", disse Haddad à Folha.
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