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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Cientistas já podem ler sua mente


Fala pessoal, eu aqui de novo, vi uma matéria muito interessante no TECMUNDO, já pensou ler a mente? =O que medo, pois é!!Leia o artigo completo

Cientistas do Laboratory of Integrative Neuroimaging Technology, da University of California, nos EUA, apresentaram durante um workshop realizado neste mês na Espanha uma pesquisa na qual os pesquisadores puderam prever o que as pessoas analisadas estavam pensando.
O estudo liderado por Ariana Anderson consistiu na análise do comportamento das ondas cerebrais de fumantes após terem assistido a vídeos que induziam ou apresentavam um estado neutro em relação ao uso de cigarros.
“Os algoritmos de aprendizado foram capazes de antecipar as mudanças na estrutura neurocognitiva dos indivíduos, prevendo com um alto grau de precisão (90 por cento para alguns dos modelos testados) o que eles estavam assistindo e como eles estavam reagindo ao que viram”, explicitou a UCLA Newsroom.
O processo foi comparado à capacidade de “predição” do Google, quando o serviço oferece uma sugestão de termo de pesquisa antes mesmo que você termine de digitar a palavra desejada.
“Em essência, o algoritmo foi capaz de completar ou ‘prever’ a situação mental dos sujeitos e esses processos de pensamento são muito parecidos com os usados em motores de busca na internet ou programas de mensagens de texto em telefones celulares, os quais podem antecipar e completar uma frase ou pedido antes que o usuário termine de digitar”, informou a publicação.
Basicamente, os cientistas foram capazes de “prever e detectar que tipo de vídeos as pessoas estavam assistindo e se elas estavam resistindo a seus desejos”, comentou Anderson.


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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bola de metal de 6 kg cai do céu


Faala rapaziada, belezaa? Olha so que estranho.
Uma esfera de metal caiu do céu em Namíbia, páis situado ao Sul da Africa. Isso ocorreu no mês de novembro. 
E logo depois contaram a NASA para buscar uma resposta para esse caso. Segundo a NASA foi lixo espacial  que entrou na atmosfera da terra. 


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sábado, 17 de dezembro de 2011

NASA afirma que o mundo não vai se acabar em 2012


 


Fala pessoal!! Para quem disse que o mundo iria acabar em 2012, sim, vai acabar pula da ponte que vai acabar para você. 

Bom, ta na cara mais a NASA afirmou que nessa semana que o mundo não vai acabar em 2012. A agencia espacial dibvulgou um artigo cientifico, assinado pelo Francis Reddy, comentando um pouco oque se pode acontecer com o planeta.
“Dada a incrível quantidade de energia liberada na explosão de uma Supernova, mais até do que o Sol criou durante toda a sua existência, é um erro afirmar que esse tipo de explosão poderia acontecer em 2012”, disse Francis.


E o pior é que tem pessoas que levam isso a sério, se mata.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Hackers pode criar vírus capaz de controlar a mente humana

Hackers podem criar vírus para invadir a mente humana?
Fala pessoal! Bizarro essa matéria, ja pensou controlar a mente de um humano?
Coisa de louco rsrs, acompanhe esse artigo.


O desenvolvimento da biologia sintética está acontecendo de maneira mais acelerada do que a tecnologia dos computadores. Essa disparidade evolutiva está fazendo com que os pesquisadores se questionem sobre a possibilidade de hackers desenvolverem vírus para invadir a mente humana.
De acordo com Andrew Hessel, cientista da Singularity University, pertencente à NASA, esse desenvolvimento poderia levar a um mundo em que hackers se transformariam em engenheiros de vírus ou bactérias e poderiam controlar as ações da mente. “Essa é uma das tecnologias mais poderosas do mundo da biologia sintética”, explica Hessel. “Eu defendo que células são computadores vivos e o DNA é a sua linguagem de programação”, completa.
Assim como no futuro será possível codificar o DNA e, com isso, identificar e prevenir doenças, vírus e bactérias podem ser injetados diretamente no cérebro para influenciar ou mesmo controlar pessoas. Um vírus letal injetado em um hospedeiro disfarçado de vacina, por exemplo, pode ser usado para controlar um determinado comportamento.
Para o especialista em segurança Marc Goodman, a biologia sintética vai levar a novas formas de bioterrorismo e biocrime, da mesma maneira que a evolução da informática deu início a vários problemas na década de 80. “Na época ninguém se preocupou, mas ele cresceu de forma exponencial”, completa.

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Diga adeus à lavanderia: cientistas desenvolvem tecido auto-limpante


Fala galera beleza?
Trazendo uma ótima noticia para quem for morar  sozinho, os cientistas invetaram uma cueca que é capaz de se alto limpar. Oh rly? Sim, ela se alto limpa, os cientistas da universidade de Xangai Jiao Tong na China desenvolveu esse tecido q é capaz de eliminar a sujeira, ou seja, não precisa fazer nada, apenas expor ao sol.

Isso ocorre porque o algodão possui uma camada nanopartícula de dióxido de titânio que é capaz de eliminar toda a sujeira, ou melhor, que eles sejam evaporadas com o calor.

Mas calma, calma, ainda não está a venda. Será lançada nos próximos anos.
Ta ai mais um motivo para morar sozinho.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Astrônomos localizam 'jantar' de buraco negro


Matéria retirada do site: Folha

Astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul), instalado no Chile, localizaram uma nuvem de gás com várias vezes a massa da Terra que se aproxima rapidamente de um buraco negro no centro da Via Láctea.
Esta é a primeira vez que se acompanha a aproximação de uma nuvem a um buraco negro supermassivo. Um artigo sobre as observações será publicado na edição de 5 de janeiro de 2012 da revista "Nature".
ESO/Divulgação
Ilustração da nuvem de gás que está movimentando em direção a um buraco negro
Ilustração da nuvem de gás que está movimentando em direção a um buraco negro
A nuvem foi detectada com o auxílio do Very Large Telescope por uma equipe de astrônomos liderada por Reinhard Genzel (Instituto Max Planck para a Física Extraterrestre, na Alemanha).
A nuvem de poeira é formada por gás ionizado com uma massa de cerca de três vezes a da Terra. A sua atual densidade é muito maior do que o gás quente que rodeia o buraco negro.
No entanto, à medida que a nuvem se aproxima do buraco esfomeado, a pressão externa aumentará até comprimi-la. Ao mesmo tempo, a grande força do buraco negro continuará a acelerar o movimento em direção a seu interior.
Espera-se que a nuvem se desfaça completamente. Atualmente existe pouco material próximo do buraco negro, por isso a refeição recém-chegada será o combustível dominante do buraco negro durante os próximos anos.
Uma explicação para a formação da nuvem é que o material que a compõe possa ter vindo de estrelas jovens de grande massa que se encontram nas proximidades e que perdem massa muito rapidamente devido a ventos estelares.
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Bóson de Higgs: cientistas estão mais próximos da Partícula de Deus


 (Fonte da imagem: Reprodução/CERN)
Nos últimos dias (como noticiamos aqui), muitos comentários surgiram a respeito das “Partículas de Deus”. Os bosóns de Higgs (nome real do elemento) são hipotéticos, mas os cientistas do CERN (Organização Europeia de Pesquisas Nucleares) estão muito próximos de conseguir provar sua existência.
Caso consigam, estaremos um pouco mais próximos de explicar as origens do universo e de todos os materiais que existem nele. Teoricamente, os bósons de Higgs foram os primeiros elementos a apresentar massa e energia, o que significa que toda a matéria existente nos planetas e espaço surgiu de um único ponto.

O que falta para confirmar?

Na notícia passada, falamos que ainda não existia confirmação sobre a existência do Bóson, pois faltava uma série de testes a serem realizados. Agora, os dois grupos do CERN (Atlas e CMS) que pesquisam o elemento independentemente anunciam resultados similares.
Medindo a massa das partículas em gigaelétron-volt (GeV), os cientistas conseguem analisar tudo como se fosse energia. E é por essa unidade que os dois grupos estão entrando em congruência. O Atlas afirma que a Partícula de Deus deve estar entre 116 e 130 GeV. Já o CMS dá valores que vão de 115 a 127 GeV. Agora, os novos testes devem se limitar a essa faixa energética para tentar localizar o bóson de Higgs.
 (Fonte da imagem: Reprodução/CERN)

Por que é tão importante?

Caso seja provada a existência dos bósons, uma série de explicações sobre a expansão do universo poderá ser melhor embasada. Isso também significa que teremos evidências irrefutáveis da explosão primordial (Big Bang), pondo fim a boa parte das hipóteses que tentam derrubar as teorias referentes a ela.
Mas se acontecer o contrário e for provado que os bósons de Higgs não existem, os cientistas terão um grande problema para resolver, conforme dito pela New Scientist. Tudo o que imaginamos sobre a expansão do universo com base em massa e energia precisará ser revisto. Ou seja, precisaremos de uma nova gama de teorias para tentar explicar a origem de tudo.
Fonte: Tecmundo
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Turbina eólica de US$ 3 milhões explode ao captar ventos poderosos


 
Uma turbina utilizada para captar a energia dos ventos que custa cerca de US$ 3 milhões e tem 100 metros de altura explodiu na província de Ardrossan, na Escócia. O movimento de giro do aparelho foi tão forte que ele não suportou e pegou fogo.
Enquanto o motor ardia em chamas, a foto foi tirada por um leitor do Telegraph que passava pela província. O motivo do acidente foram os ventos desta época do ano, que seriam tão poderosos como os de um tornado. A costa escocesa conta com mais 15 turbinas parecidas, que providenciam energia limpa para cerca de 20 mil lares.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Veja a terra do espaço em tempo real


O sonho de toda pessoa que já quis ser astronauta é poder ver a Terra do espaço. A gigantesca esfera azul que flutua no vazio do universo é, sem dúvida, uma das visões mais inspiradoras, embora seja um privilégio para poucos. Contudo, graças à tecnologia, você pode ter o prazer de olhar o esplendor de nosso planeta sem sair da frente do PC.
ISS Live é um canal criado pela própria NASA que permite que qualquer pessoa acompanhe, em tempo real, as gravações realizadas. Pode parecer algo sem graça, mas basta uma rápida olhada para mudar de ideia. As imagens são realmente muito bonitas, principalmente pelo ângulo em que elas são feitas.
Disponível desde junho, as cenas são feitas a partir de uma câmera posicionada na Estação Espacial Internacional, o que significa que, por meio do site, você pode ter a mesma visão panorâmica que alguns poucos astronautas tiveram.
Fonte: tecmundo
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Possível nave alienígena em Mercúrio divide cientistas e ufólogos


Possível nave alienígena em Mercúrio divide cientistas e ufólogos

Uma imagem de telescópio divulgada nesta semana está causando polêmica na comunidade científica. Aparentemente, um objeto voador não identificado aparece cruzando o espaço nas proximidades do planeta Mercúrio, e ufólogos questionam o que ele poderia ser.
Entretanto, a NASA fez questão de negar os rumores e afirmou que o efeito, que pode ser conferido no vídeo acima, trata-se apenas de uma falha na maneira como as imagens do telescópio são processadas. Mesmo especialistas que defendem a existência de vida em outros planetas também apontam que não deve haver outros seres em planetas mais próximos ao Sol.
A imagem do telescópio foi analisada pelo Laboratório de Pesquisas Navais dos Estados Unidos, e o pesquisador Nathan Rich confirmou a autenticidade delas. Entretanto, apesar de não confirmar que objeto em movimento é um erro de processamento, Rich destaca ser pouco provável que ser trate de outra coisa que não uma falha no arquivo.

fonte: tecmundo
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Nasa confirma existência de planeta parecido com a Terra


A agência  espacial norte-americana (NASA) confirmou na segunda-feira (5) a descoberta de um planeta na região de uma estrela parecida com o Sol que poderia ser habitável, pois a quantidade de calor emitida permitiria a existência de água na superfície. A descoberta foi feita pelo observatório espacial Kepler e a região onde o planeta foi encontrado é conhecida como Kepler-22. Ainda não há informações sobre a composição do planeta, que pode ser rochoso, como a Terra, ou gasoso, como Júpiter.
De acordo com o chefe da missão Kepler na Nasa, Douglas Hudgins, “este é um marco na busca por uma nova Terra”. Entre todos os 54 planetas candidatos a habitáveis, este é o primeiro a ser confirmado pela agência espacial. O planeta é conhecido como Kepler-22b e tem 2,5 vezes o tamanho da Terra. Dados encontrados mostram que seu ano teria duração de 290 dias e a temperatura média seria em torno dos 22 graus.
Segundo o diretor do instituto Seti (busca por inteligência artificial, na sigla em inglês) sobre a existência de água líquida, “assim que encontremos algo diferente, separado, um exemplo independente de vida em outro lugar, vamos saber que isso (vida) é onipresente no universo”. Por ter água no Kepler-22b, a probabilidade de ter formas de vida é maior.
Por existirem outros planetas considerados potencialmente habitáveis, a Nasa pode vir a fazer novos anúncios de descobertas iguais a essa. A agência busca por planetas que sejam parecidos com a Terra. Ainda existem outros planetas não explorados que podem ser potencialmente habitáveis.
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sábado, 3 de dezembro de 2011

Tecnologia pode acabar com o tráfico de drogas


Rohit Talwar comentou sobre narcóticos digitais (Fonte da imagem: If Conference)
De acordo com o fundador do Fast Future Research (Centro de Pesquisas do Futuro Rápido, em tradução livre), Rohit Talwar, os avanços nos estudos a respeito do funcionamento do cérebro podem acabar com o tráfico de drogas.
Para explicar a sua tese, anunciada na If Conference (ocorrida em Londres no final do mês passado), Talwar citou uma pesquisa da Universidade da Califórnia na qual neurocientistas puderam replicar imagens vistas por algumas pessoas baseando-se em padrões de atividade cerebral. Juntando isso com técnicas de estimulação magnética, abriu-se a possibilidade de proporcionar alucinações específicas às pessoas graças a drogas que seriam produzidas buscando esses efeitos.
Talwar cita a possibilidade de um DJ que poderia criar imagens específicas para o público de uma festa como um exemplo de uso dessa tecnologia. Em um cenário em que isso ocorresse, o pesquisador explica, a produção das substâncias responsáveis pelas alucinações estaria nas mãos de companhias farmacêuticas – o que provavelmente acabaria com os diversos cartéis que controlam o tráfico de drogas atualmente.

fonte: tecmundo
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Qual é a sensação de andar em velocidades absurdas?


Atingir velocidades insanas é o sonho de muitos viciados em adrenalina. Mas você já pensou que ao chegar lá, a situação pode não ser tão divertida? Perda de visão, desmaios e até mesmo a morte podem estar esperando por aqueles que vão atrás disso. Afinal, nosso corpo simplesmente não está preparado para lidar com tamanha pressão que é exercida quando chegamos a níveis extremos.
É importante avisar que, por ser influenciada pela gravidade, a força g pode variar bastante de acordo com o planeta em que se está.

Um pouquinho de ciência

Para explicar os efeitos da velocidade no corpo humano, é necessário antes falar sobre o porquê de sofrermos tanto quando estamos rápido demais: a força g. Antes que você pense, não, não estamos falando do filme, mas sim de uma grandeza da física que representa quanta pressão da gravidade está sendo exercida sobre nós.
Calcular isso é bastante simples. 1 g significa que estamos sentindo uma vez o peso do nosso próprio corpo. Já em 2 g, esse peso duplica. Em 3 g, o valor original triplica e assim vai seguindo progressivamente. Pode parecer pouco, mas se imagine sofrendo de uma pressão de 9g, como ocorre com pilotos de caça: uma pessoa de 85 kg sentiria que tem 765 quilos. Para ter uma ideia melhor dos efeitos, basta ver o vídeo abaixo.

Força g vs. efeitos colaterais

Ser submetido a altas velocidades pode ser, sem sombra de dúvidas, fatal. Embora não seja muito difícil resistir a pressões de 2 g, valores superiores podem tornar quase impossível que você simplesmente se mantenha consciente.

3 g

Primeiro nível onde uma pessoa comum começa a sofrer com a velocidade. Embora gere algum desconforto, raramente causa perda de consciência ou qualquer outro efeito colateral. Passageiros de ônibus espaciais costumam passar por esse nível de pressão durante o lançamento e a reentrada.

4 g a 6 g

Ponto em que uma pessoa comum costuma sofrer do efeito chamado “G-LOC” ou perda de consciência induzida pela força g, cujo nome é autoexplicativo. Mesmo não desmaiando, quem é submetido a tanta pressão costuma sofrer de vários outros problemas, como:
  • Perda temporária da capacidade de ver cores;
  • Efeito “Visão de túnel”, em que a pessoa perde a visão periférica temporariamente;
  • Perda temporária da visão.
Tal nível de força g pode parecer difícil de alcançar, mas é na verdade bem comum: montanhas-russas conseguem atingir 4 g com facilidade, podendo alcançar até 6,5 g em certos momentos do trajeto. Veículos feitos para correr, como dragsters e carros de F1, também conseguem chegar a até 5 g, o que é uma boa prova de como o esporte pode ser perigoso.

9 g

O ponto máximo de velocidade atingido por pilotos de caça ao fazerem manobras aéreas, exerce tanta pressão que torna difícil mesmo para pessoas treinadas manterem-se nela sem sofrerem do efeito G-LOC.
Para resistir a níveis tão grandes de velocidade, é necessário um alto nível de treino. E mesmo assim, não é um trabalho fácil. Confira abaixo um vídeo de como tal tarefa pode ser desafiadora.

18 g

Aqui é onde se acredita ser o limite de resistência do corpo humano. Bastam alguns segundos para que nossos órgãos simplesmente não aguentem tanta pressão, rasgando-se em pedaços. Os pulmões são comprimidos com tanta força que se torna impossível respirar. Menos de um minuto é suficiente para a morte certa.

Força g vs. tempo

Mas o verdadeiro perigo de tanta velocidade não está, de fato, em quão forte é a pressão e sim no tempo a que somos submetidos a ela. Uma prova disso está na lista logo abaixo, feita pelo site wiseGEEK, que mostra que aguentamos valores absurdos, desde que por poucos instantes:
  • Espirrar gera uma força de 2,9 g. Mas, para a surpresa de muitos, tossir cria uma pressão ainda maior, chegando à 3,5 g com facilidade;
  • Levar um tapa nas costas alcança valores um pouco maiores, atingindo em torno de 4,1 g;
  • Descer uma escada gera uma pressão quase tão grande quanto à de um caça em pleno vôo: 8,1 g;
  • Pode não parecer, mas sentar em uma cadeira gera absurdos 10,1 g;
  • Pilotos como Ralf Schumacher e Robert Kubica já atingiram valores ainda mais absurdos em acidentes nas corridas de F1: ambos ultrapassaram 70 g, mas apenas durante milésimos de segundo;
  • O atual recorde mundial de resistência do homem à força g é de 82,6 g. E isso por um período bastante “longo” de 0,04 segundos.
  • Os astronautas, ao chegar no espaço, experienciam o 0 g, ou seja, a total falta de peso.
Vendo informações como essas, você pode se surpreender com o fato de não desmaiar sempre que vai se sentar no sofá de sua casa, mas não há por que se preocupar. Como dito anteriormente, esses valores normalmente duram milésimos de segundo apenas.

Na velocidade da Luz

Outro assunto causador de muitas discussões é a possibilidade do homem viajar na velocidade da luz e os efeitos que tal jornada traria para seu viajante. Caso houvesse um veículo tão rápido, já viria o primeiro problema: se o ser humano mal aguenta viajar em um caça sem correr risco de vida, como fazer com que ele sobreviva a velocidades centenas de vezes maiores?
Se levarmos em consideração a tecnologia atual, a resposta seria bastante simples: não há como. Isso porque, antes mesmo de chegar aos quase 300 milhões m/s, nosso corpo simplesmente seria esmagado pela força g. Logo, temos de supor que o veículo conseguiria alcançar sua velocidade máxima instantaneamente.
Agora parece que não há como escapar da morte, já que a velocidade é grande demais para suportarmos, certo? Errado. Isso levando em consideração as “palavras” de Einstein. De acordo com ele, qualquer objeto viajando tão rápido quanto à luz iria adquirir tanta energia que literalmente se tornaria parte dela, o que faria com que supostamente não fôssemos mais afetados pela força g. A verdadeira dúvida fica para como voltar ao normal depois disso...
.....
O corpo humano é uma máquina assustadoramente resistente. Mesmo assim, ele possui seus limites, entrando em colapso com facilidade surpreendente. E você, será que aguentaria a incrível pressão dos 9 g ou apenas um passeio em uma montanha-russa já seria demais?
fonte: tecmundo
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

5 verdades sobre o nada, o vácuo e o zero


A tecnologia é tudo para você? E o que o seria nada pra você? Filosoficamente, estas perguntas possuem uma infinidade de respostas, mas quando nos referimos aos termos de uma maneira mais científica, a história muda de figura. Atualmente, já possuímos explicações para os espaços vazios do universo e até mesmo para algumas coisas que existem nele (sim, o vazio não é completamente vazio).
Junto com o nada, temos algumas outras palavras que precisam de explicações mais elaboradas: o “zero”, por exemplo. O número foi criado para facilitar os sistemas matemáticos, mas na verdade ele não existe. Afinal de contas, ele é a representação numérica do nada. 
E o vácuo? Como nós já explicamos em um artigo sobre como seria morrer no vácuo, trata-se de um espaço vazio e sem matéria (visível ou invisível) no espaço. Isso nós já sabemos, mas agora vamos aprofundar um pouco os temas e mostrar coisas realmente novas sobre o “nada”.

1. Existe mais “nada” do que “alguma coisa”

Olhe para algum lugar da sua rua e pense o que você mais consegue ver. Casas, carros, calçadas e cachorros estão por todos os lugares, mas o que mais existe ali é exatamente o que você não enxerga. Mas ainda não estamos falando do “nada”, estamos falando do oxigênio e outros gases, que são invisíveis.
No espaço, o “nada” está lá e se chama “vácuo”. Segundo alguns estudos de astrofísicos, o universo é composto por 74% de vazio; 22% é apenas matéria escura (matéria que só interage com a gravidade) e os outros 4% são realmente “alguma coisa”. Ou seja, matéria tangível e mensurável.

2. Civilizações clássicas não conheciam o “zero”

Imagine que você faz parte de uma civilização grega e precisa contar o número de escravos que possui. Um, dois, três ou nenhum? Se a sua resposta fosse essa última, você seria obrigado a dizer que possui “não” escravos. Por quê? Simplesmente porque o “zero” não existia.
O mesmo se aplica aos romanos, que só foram aceitar o algarismo quando a matemática arábica foi adotada como padrão – até então, contava-se por I, II, III, IV, V e assim por diante. Em Roma, para indicar a ausência de algum número, utilizava-se a palavra “nulla”.
Mas quando falamos de outras civilizações, como os maias, a história é diferente. Escritas datadas dos primeiros séculos depois de Cristo mostram a existência de um símbolo utilizado para definir a ausência. Não era o “zero” como lemos hoje, mas possuía a mesma função matemática.

3. O “zero” é um assassino matemático

Não existe número mais carrasco do que o “zero”. Em contas simples de adição e subtração, ele não oferece nenhuma reação, mas quando falamos de contas um pouco mais complexas tudo fica diferente. Um exemplo básico: (35 x 7 + 66 + 5 x 8) = 351. Agora vamos fazer o mesmo cálculo, mas com uma diferença bem pequena: (35 x 7 + 66 + 5 x 8) x 0. Qual o resultado? Exato: seria 0.
Qualquer multiplicação funciona dessa maneira. Basta colocar um “zero” para que o resultado seja anulado. E quando dividimos por zero? Aí, as consequências são catastróficas. Não é possível dividir pelo número, o que causa erros na maior parte das calculadoras e também nas mentes humanas.
"Eu dividi por zero!" (Fonte da imagem: Reprodução/Halshop)
Pense da seguinte forma: você tem quatro notebooks e não quer dividi-los com ninguém, mas também não quer ficar mais com eles. Jogar fora não é uma opção. E agora? O que fazer? Bem, sua mente vai entrar em colapso, assim como o universo entraria caso fosse possível dividir “qualquer coisa” por “nada”.

4. As estrelas não brilham no espaço

Sabe a sensação que temos ao olhar as estrelas? Parece que elas estão cintilantes no espaço, aumentando e diminuindo o brilho com frequência, como se estivessem pulsando em luz. Pois isso não acontece realmente. Aqui da Terra, o processo parece acontecer desta forma, mas isso só é possível por causa da refração causada pela atmosfera do planeta.
 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O vácuo não interfere na luz que é passada do Sol e de outras estrelas. A luz realmente se propaga no vazio, mas sem ter onde ser refratada torna-se uma constante. Por essa razão, se você estiver no espaço sideral e vir alguma estrela, vai percebê-la com a mesma luminosidade em todos os momentos.

5. A Física já acreditou no Éter Luminífero

Há alguns séculos, acreditava-se que a luz não era de natureza de ondas, mas sim material. Para isso, precisava de um meio físico por onde se propagasse. Outro fato que não podia ser explicado era a movimentação da Terra, que também precisaria de um meio para girar em torno do Sol. Assim surgiu o conceito de Éter Luminífero.
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Atualmente, sabemos que os planetas do sistema solar se locomovem em elipses por causa da força gravitacional que o Sol exerce sobre eles. E também sabemos que a luz pode se propagar no vácuo. Mas o conceito de éter foi eliminado há muito mais tempo: em 1887, quando os físicos Albert Michelson e Edward Morley realizaram experimentos que provaram que a luz, ao contrário do som, não demandava matéria para ser propagada.
.....
Pode não parecer, mas a ausência de algo é realmente importante para o mundo. Hoje, seria impossível viver sem o “zero” para contar, o vácuo para tentar explicar o universo e o “nada” que eles representam. 

fonte: tecmundo
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Cultura inútil do dia: você sabe quantos MB de informação carrega um espermatozoide?


 
Você imagina quantos MB de informações genéticas existem em cada célula do seu corpo? Segundo estudos recentes, a resposta para essa pergunta é 75 MB (para células diploides). Isso significa que em células sexuais (espermatozoides e óvulos) o número deve cair pela metade. Ou seja, um espermatozoide carrega 37,5 MB de código genético.
Essas informações são do site Tom’s Hardware, que ainda foi muito mais além em suas análises. Uma ejaculação carrega entre 200 e 300 milhões de espermatozoides, o que gera a incrível soma de 8.500 TB de informações genéticas. Quer ir ainda mais além? A largura de banda de uma ejaculação (com tempo médio de cinco segundos) pode chegar aos 2.200 TB/s. 
fonte: tecmundo
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O que aconteceria se a Terra parasse de girar?


Dia e noite, inverno e verão. As diferenças entre as estações e períodos do dia são possíveis graças a dois movimentos dos quais ouvimos falar lá nos tempos de escola: rotação e translação. Você pode não se lembrar com muitos detalhes, mas eles são essenciais para que a vida na Terra seja garantida.
 
Mas será que eles são tão importantes assim? O Tecmundo traz a resposta neste artigo, criado para mostrar tudo o que aconteceria com o planeta caso algum dia os movimentos fossem simplesmente interrompidos. Você está preparado para saber das catástrofes? Então pegue seus casacos, suas roupas de banho e seus capacetes. Não entendeu? Isso já vai mudar.

Desaceleração do planeta

Caso a Terra parasse de girar, provavelmente o processo seria realizado de maneira gradativa. Por essa razão, demoraria um pouco até que percebêssemos a desaceleração. Os primeiros sintomas a serem percebidos seriam os prolongamentos de dias e noites. De pouco em pouco, os períodos de luz e escuridão começariam a ser cada vez maiores, até que o planeta parasse totalmente.
Quando isso acontecesse, os dias e noites não seriam mais controlados pelo movimento de rotação da Terra (o que faz o planeta girar sobre seu próprio eixo), mas sim pelo da translação (movimentação orbital, em torno do Sol). Isso significaria que dias e noites teriam cerca de 6 meses cada, de forma parecida com o que atualmente ocorre nos polos.

Em caso de uma freada brusca

Havendo uma paralização mais brusca, em que a Terra realmente parasse de uma hora para outra, os danos causados ao planeta não seriam apenas percebidos em longo prazo. Como a velocidade de rotação é de cerca de 900 km/h, uma “freada” faria com que o planeta inteiro fosse jogado para frente.
Imagine um carro percorrendo uma linha reta a 60 km/h e parando de repente. Os passageiros seriam jogados para frente, não é mesmo? O mesmo aconteceria com a Terra, mas em vez de apenas as pessoas serem lançadas, prédios e outras construções seriam derrubados, causando destruição por todos os lugares.
 
Da mesma maneira que acontece com os terremotos, a destruição gerada por esse tipo de desastre iria muito além dos desabamentos. Ondas gigantes, incêndios e seus respectivos efeitos colaterais poderiam ser vistos em escala global.

Dias e noites polares

Como já dissemos, os dias e noites seriam controlados pelas voltas da Terra em torno do Sol, fazendo com que só anoitecesse uma vez por ano. O mesmo aconteceria com as manhãs, que demorariam 12 meses para se repetirem. Com cada período durando seis meses, você já deve imaginar o que aconteceria com vegetações e animais.

Luz ou escuridão: escolha a sua morte

Os ecossistemas existentes nos continentes são muito diferentes dos presentes nos polos. Por essa razão, não seria possível garantir a sobrevivência das espécies que, hoje, habitam por aqui. Com seis meses de luz e seis meses de escuridão, o planeta Terra veria o fim de todas as espécies animais e vegetais (com raras exceções das fossas abissais), por excesso de calor ou de frio.
Você pode estar se perguntando: “Mas como existem animais nas regiões polares?”. A resposta é simples: angulação. Os raios solares incidem nos polos com muito menos potência do que os que atingem zonas tropicais, por exemplo. Imagine como seria passar 180 dias com o sol do meio-dia na cabeça. Muito pior do que o sol das seis da tarde, não?
 
Queimadas constantes fariam com que as florestas fossem destruídas, assim como plantações e outros tipos de cultura vegetal. Com isso, a alimentação dos seres humanos e também a produção de rações seriam afetadas completamente. Nós não poderíamos comer vegetais (pela inexistência num primeiro momento) e nem animais (que também acabariam sucumbindo à fome).
Do outro lado do planeta, na escuridão, os problemas também seriam relacionados à alimentação. Sem luz, vegetais não poderiam se desenvolver e as consequências seriam as mesmas: animais desnutridos e humanos sem comida de nenhum tipo.

O fim da raça humana?

Alguém sobreviveria se a Terra parasse de girar? Segundo a NASA, as pessoas que vivem nos polos do planeta seriam “poupadas pelo apocalipse”, pois para elas os dias continuariam sendo iguais. Apenas seriam afetadas pela já explicada “freada brusca”, que poderia fazer com que as geleiras se desprendessem, por exemplo.
Para muitos, seria o Apocalipse. (O Apocalipse; Pintado por Matthias Gerung)
Com exceção das populações polares e seus respectivos animais, vegetais e algas, pouca vida sobraria no planeta. Aos poucos, a inanição seria responsável pelo aniquilamento da raça humana. E se muitas pessoas tentassem fugir para os polos, os ecossistemas seriam desequilibrados, o que causaria ainda mais problemas para o planeta.

Isso já está acontecendo

Há diversas teorias que apontam para a influência das marés na desaceleração da rotação da Terra. Segundo muitos físicos (como mostra o site do Instituto Newton de Ciências, dos EUA), a cada 100 anos a Terra perde velocidade suficiente para que os dias fiquem meio segundo mais longos.
Isso significa que, até os dias ficarem uma hora mais longos, será necessário que a Terra passe por mais 120 mil anos. Como você pode perceber, o processo está acontecendo de uma maneira muito lenta.
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Lembre-se: todas as informações mostradas neste texto são baseadas em artigos científicos. Mesmo sabendo de todas as possíveis consequências, pesquisadores especializados afirmam também que uma parada repentina do planeta é praticamente impossível.
Fonte: tecmundo
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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ferrofluido: o primo malvado do aerogel



O ferrofluido ganhou esse nome por juntar as características dos elementos ferromagnéticos (possui magnetismo) e substâncias fluídicas (água ou outro solvente orgânico). A grande maioria dos materiais criados de maneira caseira é composta por óleo vegetal (azeite de cozinha) e polímeros de toner (aquele mesmo das impressoras).
A Universidade de Wisconsin define o ferrofluido da seguinte maneira: “Material que possui as propriedades fluídicas dos líquidos e o magnetismo das sólidas. Contém pequenas partículas (com menos de 10 nanômetros) de sólido magnético suspenso em um meio aquoso”.

Industrial x Caseiro

Os dois tipos de ferrofluido trabalham da mesma maneira, mas com intensidades diferentes. Os vídeos mais incríveis que você encontrar na internet a respeito do tema geralmente mostram o ferrofluido industrial, que é composto por magnetita, zinco ou manganês. O problema é que um pouco desses elementos (menos de 1 litro) custa quase 200 dólares
Já os caseiros são um pouco menos suscetíveis ao magnetismo, além de que formam soluções menos densas e brilhantes. Há relatos de pessoas que conseguiram criar o ferrofluido com pó de toners, fitas VHS derretidas e óleo vegetal.

Como funciona?

Quando está inativo (ou seja, longe da influência de ímãs ou outros materiais magnéticos), o ferrofluido parece ser apenas um líquido de cor metálica. Mas basta aproximar um campo magnético para que as esculturas ferrofluídicas comecem a ser criadas. E a montagem delas acontece de maneira bastante simétrica, pois atende à uniformidade do magnetismo envolvido.
Mas o que realmente causa a movimentação dos ferrofluidos? Como dissemos anteriormente, o material ferroso em contato com o óleo gera uma substância aquosa. Quando um campo magnético se aproxima dela, ocorre um conflito no material: ao mesmo tempo em que o ferro é atraído pelos ímãs, a solução tenta ficar estática (o óleo não é influenciado).
Isso causa os efeitos impressionantes que podem ser vistos nos vídeos e imagens postados ao longo do artigo.

Aplicações

Apesar da extrema beleza tecnológica apresentada pelo ferrofluido, esta não é a principal aplicação dele. Há diversos locais em que o material pode ser utilizado, sempre aproveitando suas mais representativas propriedades físicas. Veja alguns exemplos:
  • Eletrônicos: aí dentro do seu computador existe ferrofluido. Ele é utilizado para compor o líquido que sela o disco mecânico existente no disco rígido. Isso impede que qualquer substância que possa interferir no funcionamento atinja as peças do dispositivo.
     
  • Engenharia mecânica: vários equipamentos que utilizam peças metálicas trabalhando juntas utilizam ferrofluido para reduzir os danos causados pelo atrito. Ele age como um lubrificante, mas com a vantagem de não demandar reposições constantes.
     
  • Medicina: se você já fez alguma ressonância magnética, pode ter utilizado o ferrofluido. Os contrastes aplicados para facilitar a visualização dos ossos, órgãos e outras partes do corpo humano são compostos deste material.

Bônus: ferrofluido giratório

Confira agora alguns dos vídeos mais incríveis que conseguimos encontrar sobre o tema. Neles, você vai poder observar tudo o que vimos ao longo do artigo de explicações sobre o ferrofluido. Em vários deles, é possível perceber que o material não está estático, mas você sabe quais são os motivos?
Quando são utilizados eletroímãs em vez de um ímã comum, o magnetismo deixa de ser constante, pois depende da tensão aplicada às correntes elétricas. Isso permite obras ainda mais interessantes, como as que mostram o ferrofluido em movimento. 
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Como pode ser visto, o principal elemento a ser utilizado nestas experiências é  o campo magnético. Para brincadeiras caseiras ímãs podem ser utilizados, mas se você quiser maiores resultados, recomenda-se a utilização de eletroímãs. Será que você consegue criar obras tão bonitas quanto as mostradas aqui?


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/15579-ferrofluido-o-primo-malvado-do-aerogel.htm#ixzz1eT2LJm9s
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O homem foi ou não à Lua?


Em 20 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin passaram duas horas em solo lunar. Depois de uma viagem de quatro dias, os norte-americanos foram os primeiros humanos a pisarem naquela superfície. De acordo com o próprio Armstrong este momento seria “um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”.
Apesar de ter sido registrada, a missão espacial é bastante controversa. São duas as hipóteses: na primeira, depois de coletar material e passear pelo satélite natural, os astronautas entram na Apolo 11, retornam em segurança e viram heróis na Terra.
Já na segunda, em vez da Lua, os astronautas estariam em Hollywood, fazendo parte de uma grande encenação. E mais: as luzes do estúdio acenderiam logo após o fim da transmissão do pouso pela TV, enquanto políticos e membros da NASA aplaudem a atuação dos exploradores. Afinal, eles acabavam de enganar um planeta inteiro, implantando a mentira mais secreta e bem feita de todos os tempos.
Em busca de respostas, o Tecmundo selecionou abaixo as evidências e argumentos mais convincentes sobre a viagem mais fantástica já realizada – ou não – pelo ser humano.

Tem Photoshop?

Antes de começar a conspirar, vale relembrar: a atmosfera da Lua não é como a nossa. Lá, existe apenas o vácuo. Além disso, a gravidade é seis vezes menor do que na Terra, alterando nosso peso e a caminhada em solo lunar. Isso tudo em teoria.
Como nós não conhecemos a superfície lunar com precisão e só especulamos, com base na ciência, como é o vácuo, é difícil afirmar que “na Lua é assim” ou que a foto “não deveria ser desse jeito”. De qualquer forma, vamos às principais discussões que envolvem registros em fotos  vídeos dos astronautas.

A bandeira da discórdia

Uma das grandes furadas da agência espacial seria com relação à bandeira dos Estados Unidos fincada em solo lunar pelos membros da Apollo 11. Na imagem de divulgação, ela aparece tremulando levemente – o que seria uma gafe grotesca, já que não deveria haver vento no vácuo.
 (Fonte da imagem: NASA)
O argumento contrário? O movimento que vemos é resultado da força aplicada pelo astronauta que fincou a bandeira. Por não haver atrito, o objeto absorve a energia do movimento e a dissipa por mais tempo, dando a impressão de que é um vento que a balança.

Um passo para o fracasso

Outra discussão envolve mais uma foto clássica: a pegada de Aldrin, perfeitamente registrada em solo lunar. Quem acha que a viagem não aconteceu diz que é outro erro clássico. O vácuo e a ausência de umidade deixariam a marca da pisada com uma aparência frágil, como em areia fofa.
 (Fonte da imagem: NASA)
Para a NASA, novamente há explicação: apesar da ausência de umidade, as partículas da Lua são irregulares, portanto fazem marcas perfeitas quando pressionadas pela bota do astronauta, assim como quando pisamos em areia molhada.

Os iluminados

 (Fonte da imagem: Apollo Archive)A sombra nas fotos é um dos argumentos mais fortes de quem contesta a ida do homem ao satélite natural. Na imagem abaixo, por exemplo, os vários elementos em cena (módulo lunar, pedra e astronauta) aparecem com sombras apontando para diferentes sentidos, o que não seria possível com apenas uma fonte de luz (o Sol), mas com várias (refletores de cinema).
A NASA e o famoso programa “Mythbusters: Caçadores de Mitos” chegaram a uma conclusão: no primeiro caso, a culpa é da superfície irregular da Lua, que alteraria a formação das sombras, possibilitando a bagunça que vemos no retrato.
Na outra imagem, um astronauta posicionado junto com o módulo lunar aparece totalmente iluminado na foto, mesmo estando na sombra do veículo, o que deveria deixá-lo quase na completa escuridão. Será outro descuido?
 (Fonte da imagem: NASA)
Aqui, prevalece a nossa falta de conhecimento acerca da superfície da Lua. A explicação oficial é de que ela conta com uma forte reflexão, sendo capaz de mostrar o astronauta nitidamente na fotografia, mesmo em uma sombra. Verdade ou não, só estando lá para saber.

Mãozinha hollywoodiana

Mas a NASA não conseguiria enganar o planeta inteiro sozinha. Uma ajuda de outro órgão bastante ligado ao governo norte-americano seria perfeita: a milionária indústria cinematográfica de Hollywood.
"2001: Uma Odisseia no Espaço" seria um aquecimento para filmar a viagem à Lua. (Fonte da imagem: MGM)
As teorias mais viajadas dizem até que Stanley Kubrick foi o diretor encarregado da criação do cenário da Lua e responsável pela atuação dos exploradores – e ninguém seria melhor que Kubrick, diretor de “2001: Uma Odisseia no Espaço”, para dirigir a grande farsa lunar. Se foi mesmo assim, pobres astronautas, pois o cineasta é conhecido por repetir a gravação da mesma cena mais de 100 vezes, até que ficasse do jeito que ele queria.
Mas e se Kubrick não estava envolvido, quem iria construir um cenário tão perfeito? Para algumas pessoas, nem precisava: os Estados Unidos já tinham a região desértica de Nevada, um Estado no oeste do país que seria muito similar ao solo lunar apresentado no material divulgado.
Vai dizer que não lembra um pouquinho? (Fonte da imagem: Nevada Division of Enviromental Protection)
Há também a questão tecnológica. No final da década de 1960, as transmissões via satélite já funcionavam, mas não eram um primor. Se falhas de sinal em exibições ao vivo na própria Terra eram problemáticas, há quem acredite que na Lua seria praticamente impossível obter imagens tão boas e quase ao mesmo tempo.

A volta dos que não foram

A última missão tripulada com direito a pouso lunar foi a Apolo 17, realizada em dezembro de 1972. Depois disso, mesmo com os avanços tecnológicos na área, nada aconteceu. Nem uma viagem ou iniciativa, apenas uma promessa que nunca saiu do papel, feita pelo ex-presidente George W. Bush. Por quê?
Antes, vale lembrar o motivo da viagem, que não era buscar vida alienígena ou expandir territórios. O ano de 1969 era o auge da Guerra Fria, a disputa hegemônica entre Estados Unidos e União Soviética – e isso incluía a corrida espacial. Quem chegasse à Lua antes, por exemplo, ganharia muitos pontos em relação ao concorrente. A URSS colocou o primeiro homem no espaço, o russo Yuri Gagarin, mas foi Armstrong e seu time que colocaram um ponto final no assunto.
O russo Yuri Gagarin, primeiro homem a ir para o espaço. (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Depois da missão de Armstrong, outras seis tiveram o mesmo destino para coletar material lunar e estudar a região. O argumento oficial da NASA é que todos os objetivos no satélite foram concluídos – e não haveria sentido ou motivos urgentes para outra viagem. Além disso, cada programa espacial custaria uma fortuna, um rombo nos cofres hoje escassos de Estados Unidos e Europa. Por fim, o interesse atual está mais no turismo e até no uso de robôs, além de viagens para Marte.
O problema é que nem todos engolem essa resposta. A viagem espacial é um dos desejos mais antigos e incríveis da humanidade – e ir à Lua apenas nas missões Apollo  e depois parar não é o suficiente.
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Essa discussão vai longe, já que não há uma prova definitiva e unânime sobre a jornada do homem ao satélite natural. Alguns argumentos são favoráveis à agência espacial, enquanto outros embasam uma possível teoria conspiratória. O que nos resta é especular, analisar as evidências e escolher de qual lado ficar. Afinal, o homem foi ou não à Lua?

Fonte: tecmundo
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